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sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Roteiro
INTRODUÇÃO AO ROTEIRO AUDIOVISUAL
| Este Manual está em construção. A lição mais importante talvez seja ler tudo o que existe sobre roteiro em língua portuguesa. Não é muito. Comece lendo o material online disponível neste site, em Manuais Online. Depois leia os Livros sobre Roteiro. Não esqueça de ler também os Roteiros Filmados, e compará-los com os filmes. Quando pronto este Manual contará com textos e vídeos em uma breve porém completa Introdução ao universo da escrita de roteiros. Boa Leitura. |
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quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Teoria da comunicação
Teorias da comunciação
Archive for the ‘Teorias e Técnicas de Comunicação’ Category
Aula 09/03/2010
March 9, 2010 - 11:48 pm No Comments
Os estudos em Comunicação Social começaram com a crescente popularização das tecnologias midiáticas e seu uso durante as experiências totalitárias da Europa. Em sua primeira fase, concentraram suas atenções sobre as mensagens da mídia e seu efeito sobre os indivíduos; na segunda, enfatizaram o processo de seleção, produção e divulgação das informações através da mídia.
1 Primeira Fase
1.1 Teoria Hipodérmica
1.1.1 Modelo de Lasswell
1.2 Teoria da Persuasão
1.3 Teoria Empírica de Campo (”efeitos limitados”)
1.4 Teoria Funcionalista
1.5 Teoria Crítica
1.6 Teoria Culturológica
2 Segunda Fase
2.1 Teoria do Agendamento
2.2 Gatekeeper
2.3 Newsmaking
- Primeira Fase
1.1 Teoria Hipodérmica
A teoria hipodérmica estudou o fenômeno da mídia a partir de premissas behavioristas. Seu modelo comunicativo é baseado no conceito de “estímulo/resposta”: quando há um estímulo (uma mensagem da mídia), esta adentraria o indivíduo sem encontrar resistências, da mesma forma que uma agulha hipodérmica penetra a camada cutânea e se introduz sem dificuldades no corpo de uma pessoa. Daí o porquê de esta teoria também ser conhecida como “Teoria da Bala Mágica”, pois a mensagem da mídia conseguiria o mesmo efeito “hipodérmico” de uma bala disparada por uma arma de fogo.
O conceito de “massa” é fundamental para se compreender a abordagem da teoria hipodérmica. Segundo os estudiosos desta corrente, a massa seria um conjunto de indivíduos isolados de suas referências sociais, agindo egoisticamente em nome de sua própria satisfação. Uma vez perdido na massa, a única referência que um indivíduo possui da realidade são as mensagens dos meios de comunicação. Dessa forma, a mensagem não encontra resistências por parte do indivíduo, que as assimila e se deixa manipular de forma passiva.
1.1.1 Modelo de Lasswell
O cientista político Harold Lasswell desenvolveu um modelo comunicativo que, embora baseado na teoria hipodérmica, apontava suas lacunas e contribuiria posteriormente para a sua superação. Para Lasswell, compreender o alcance e efeito das mensagens transmitidas pela mídia requer responder às seguintes questões: Quem? Diz o quê? Para quem? Através de que canal? Com que efeito?
* Em 1948, Lasswell cria um modelo que representa, simultaneamente, uma herança, uma evolução e uma superação da teoria hipodérmica: o Modelo dos cinco “Q”s
Quem -> Diz o quê -> Em que canal -> A quem -> Com que efeito.
1.2 Teoria da Persuasão
Diferente da abordagem hipodérmica, a Teoria da Persuasão afirma que a mensagem da mídia não é prontamente assimilada pelo indivíduo, sendo submetida a vários filtros psicológicos individuais. Portanto, os efeitos da mídia não seriam de manipulação, mas de persuasão. O modelo comunicativo desta teoria é bastante semelhante ao behaviorista – porém, acrescido de processos psicológicos que determinam a resposta. Tais processos psicológicos são relativos à audiência e à mensagem.
Em relação à audiência, o indivíduo ficará interessado pelos assuntos aos quais estiver mais exposto; além disso, tenderá a consumir as informações com as quais esteja de acordo. Em algumas ocasiões, o indivíduo até mesmo distorcerá o conteúdo das mensagens recebidas, de forma a adequá-las à sua forma de entender a questão.
Em relação à mensagem, o indivíduo a consumirá de acordo com o grau de prestígio e de confiança que depositar naquele que a transmite (o comunicador). Contam também a maneira como os argumentos são distribuídos; se todos ou apenas parte dos argumentos estão presentes; a exposição implícita ou explícita das intenções da mensagem; e o grau de envolvimento do indivíduo com o assunto.
1.3 Teoria Empírica de Campo (”efeitos limitados”)
A Teoria Empírica de Campo baseia suas pesquisas na sociologia, concluindo que a mídia cumpre papel limitado no jogo de influência das relações comunitárias. Em outras palavras, a mídia é apenas mais um instrumento de persuasão na vida social, uma vez que é apenas parte desta.
Dessa forma, a Abordagem Empírica de Campo abandona a relação direta de causa e efeito entre a mensagem e o comportamento do indivíduo. Antes, enfatiza a influência indireta que a mídia exerce sobre o público tal como faria qualquer outra força social (igreja, família, partido político, etc – daí o termo “efeitos limitados”). O alcance das mensagens midiáticas depende do contexto social em que estão inseridas, ficando sujeitos aos demais processos comunicativos que se encontram presentes na vida social. Neste caso, os filtros individuais pelos quais são filtradas as mensagens seriam de origem muito mais social do que psicológica.
1.4 Teoria Funcionalista
A Teoria Funcionalista estuda as funções exercidas pela mídia na sociedade, e não os seus efeitos. Em lugar de pesquisar o mero comportamento do indivíduo, estuda-se a sua acção social enquanto consumidor de valores e modelos que se adquire comunitariamente. Seus métodos de pesquisa distanciam-se dos métodos da teoria Hipodérmica, Empírico-Experimental e de Efeitos Limitados por não estudar a mídia em casos excepcionais, como campanhas políticas, mas em situações corriqueiras e quotidianas.
1.5 Teoria Crítica
Inaugurada pela Escola de Frankfurt, a Teoria Crítica parte do pressuposto das teorias marxistas e investigam a produção midiática como típico produto da era capitalista. Desvendam assim a natureza industrial das informações contidas em obras como filmes e músicas: temas, símbolos e formatos são obtidos a partir de mecanismos de repetição e produção em massa, que tornam a arte adequada para produção e consumo em larga escala.
Assim, a mídia padroniza a arte como faria a um produto industrial qualquer. É o que foi denominado indústria cultural. Nesta, o aspecto artístico da obra é perdido. O imaginário popular é reduzido a clichês. O indivíduo consome os produtos de mídia passivamente. O esforço de refletir e pensar sobre a obra é dispensado: a obra “pensaria” pelo indivíduo.
1.6 Teoria Culturológica
A Teoria Culturológica parte de uma análise à Teoria Crítica e desenvolve assim um pressuposto diferente das demais teorias. No lugar de pesquisar os efeitos ou as funções da mídia, procura definir a natureza da cultura das sociedades contemporâneas. Conclui assim que a cultura de massa não é autônoma, como pretende as demais teorias, mas parte integrante da cultura nacional, religiosa ou humanística. Ou seja, a cultura de massa não impõe a padronização dos símbolos, mas utiliza a padronização desenvolvida espontaneamente pelo imaginário popular.
A cultura de massa atende assim a uma demanda dupla. Por um lado, cumpre a padronização industrial exigida pela produção artística, por outro, corresponde à exigência por individualização por parte do espectador. É o que se define como sincretismo. Os produtos da mídia transitam entre o real e o imaginário, criando fantasias a partir de factos reais e transmitindo factos reais com formato de fantasia
Teorias da Comunicação
- Segunda Fase
A Teoria do Agendamento estuda o poder de agenda dos meios de comunicação, ou seja, a capacidade que estes possuem para evidenciar um determinado assunto. Para isso, investiga a importância da mídia como mediadora entre o indivíduo e uma realidade da qual este se encontra distante. O Agenda Setting é referido como uma “hipótese” devido às dificuldades metodológicas impostas por suas premissas e conclusões.
2.2 Gatekeeper
Os estudos sobre os gatekeepers (”guardiões do portão”) analisam o comportamento dos profissionais da comunicação, de forma a investigar que critérios são utilizados para se divulgar ou não uma notícia. Isso porque estes profissionais atuariam como guardiões que permitem ou não que a informação “passe pelo portão”, ou melhor, seja veiculada na mídia. A decisão de publicar algo ou não publicar depende principalmente dos acertos e pareceres entre os profissionais, que estão subordinados a uma cultura de trabalho ou uma política empresarial e ainda aos critérios de noticiabilidade. E que não raro exclui o contato com o público.
2.3 Newsmaking
Aperfeiçoando as investigações do Gatekeeper, o Newsmaking investiga com maior detalhe a cultura de trabalho dos profissionais de mídia. Estudam assim o processo de industrialização das informações fornecidas pela realidade, processo este utilizado pelos profissionais da mídia para avaliar o valor de uma informação como notícia.
Referência
WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação. Lisboa: Editorial Presença, 1995.
wikipedia.org
Posted in Teorias e Técnicas de Comunicação |
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
Planejamento Estratégico em Marketing
Por Rafael Mauricio Menshhein
15/11/2006
Muito mais do que elaborar novos produtos, criar campanhas, estudar o público-alvo, cabe ao profissional de Marketing planejar estrategicamente suas ações, direcionar a empresa para o rumo correto e permitir que todos os componentes da organização estejam sincronizados e em perfeita harmonia, desde o conceito do produto até o ponto de feedback dos consumidores.
Partindo do princípio da formulação dos objetivos, dos programas usados para a ação e execução, cuidando de variáveis internas e externas, dá-se a organização uma evolução altamente planejada e sólida em seus resultados, pois os estudos necessários e contínuos são a base para que cada uma das fases do planejamento estratégico tenha o efeito desejado e traga benefícios para a organização.
O planejamento estratégico não é somente um conjunto de ações e ferramentas para a execução do projeto, é também uma forma de integrar a empresa e seu ambiente, otimizando a relação e possibilitando que não haja prejuízo para nenhum dos lados, principalmente quando o planejamento estratégico é elaborado por um profissional de Marketing e não qualquer outro.
Muito mais do que conquistar e reter consumidores satisfeitos, uma organização com sucesso no mercado sempre deve estar preparada para adaptar-se às mudanças contínuas que ocorrem no mercado e um planejamento orientado diretamente para o mercado cumpre esta função, buscando manter uma flexibilidade viável em seus objetivos, adequando as habilidades e recursos para manter seu vínculo com o sucesso nas vendas dos produtos, gerando o lucro necessário para os investimentos em melhorias na estrutura da organização e também em seus projetos de RS, conquistando uma fatia maior de mercado com o crescimento previamente calculado e mantendo o foco em sua missão organizacional.
Um planejamento estratégico envolve as seguintes etapas:
Definição da missão corporativa: neste ponto, ou etapa, deve-se conhecer exatamente: Qual é o negócio da empresa? Quem é o consumidor? O que tem de Valor para o consumidor? A missão corporativa deve responder estas perguntas aparentemente simples, mas que estão entre as mais difíceis que uma corporação terá que responder. “As melhores missões são aquelas guiadas por uma visão utópica de realização, uma espécie de sonho impossível que fornece um direcionamento de longo prazo”;
Análise da situação: nesta etapa entram os históricos relevantes sobre o mercado, a empresa e o produto, fazendo-se uma análise de como o Composto mercadológico (mix de Marketing) tem sido usado e também têm-se uma visão de como a concorrência tem atuado. Neste ponto é imprescindível o bom uso da Pesquisa de mercado. A matriz BCG, a análise SWOT, e outras ferramentas de Marketing são também usadas para revelar o panorama macro e micro ambiental;
Formulação dos objetivos: elaborar quais são os pontos a serem alcançados no mercado e impedir que os concorrentes cheguem primeiro no posto almejado pela organização;
Formulação das estratégias: definir quais serão as estratégias usadas, estas estratégias devem ser claramente ligadas ao tamanho da empresa, seu porte produtivo e principalmente serem viáveis;
Implementação, feedback e controle: nesta etapa o planejamento estratégico é colocado em funcionamento, há de se buscar o retorno das informações geradas pelo uso e funcionamento do planejamento gerando um feedback e deve-se prestar muita atenção neste retorno de informações, controlando todo o processo de execução, para que sempre hajam melhorias no processo e que não deixem o planejamento estratégico perder fôlego diante dos concorrentes do mercado.
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